Dissertações/Teses

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2020
Descrição
  • RITA ADRIANA DA SILVA PALHETA MENDONÇA
  • História e Cultura Africana e Afro-Brasileira na sala de aula: caminhos para combater o racismo

  • Orientador : SIMONE GARCIA ALMEIDA
  • Data: 27/08/2020
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  • Este estudo trata das representações apresentadas sobre o negro no contexto escolar e livros

    didáticos de História que são utilizados pelos alunos da rede pública estadual de ensino do

    Amapá, de modo particular, na Escola Estadual Professor José Barroso Tostes, localizada no

    município de Santana. Questiona de que forma a escola com seus materiais didáticos, aliada à

    prática docente, contribuíram ou contribuem na construção de uma imagem estereotipada e

    preconceituosa sobre os negros em meio a sociedade; reflete sobre o racismo e o processo de

    estereotipagem nas escolas brasileiras, em especial no Estado do Amapá; analisa de que

    maneira o ensino de História com seus conceitos, fundamentos e método podem contribuir

    para a ressignificação da imagem do negro no ambiente escolar.Ademais, apresenta os

    desafios para a implementação da lei 10.639/2003 que tornou obrigatório o ensino da História

    da África e da cultura Afro-brasileira, com o intuito de uma educação antirracista; discute a

    possibilidades de inserir a História da África e dos afro-brasileiros na sala de aula. A

    metodologia utilizada para a elaboração deste trabalho configurou-se numa abordagem

    qualitativa consubstanciada pela pesquisa documental, bibliográfica, interpretação do

    contexto escolar e do livro didático e paradidático de História, utilizou-se também a

    metodologia intervencionista, com o desenvolvimento do projeto “Conhecendo e valorizando

    a história e a cultura africana e afro-brasileira: caminhos para combater o racismo” realizado

    com os alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Professor José Barroso Tostes, para a

    implementação desse projeto aplicou-se a metodologia desenvolvida por Isabel Barca (2004),

    as aulas oficina, a qual utiliza  múltiplos recursos para alcançar os objetivos propostos, nesta

    metodologia o professor  é aquele que organiza atividades problematizadoras e o aluno o

    agente de sua formação munido de experiências e ideias prévias, com isso o resultado é o

    material produzido pelo aluno. As aulas oficina deram origem a um catálogo com propostas

    de atividades educativas, cujo objetivo é apresentar a professores possibilidades de inserção

    do tema cultura africana e afro-brasileira nas salas de aula do Ensino Médio de forma

    interdisciplinar, possibilitando, assim, aos estudantes, descendentes de africanos ou não,

    conhecerem sua identidade étnico, histórico e cultural, desconstruírem estereótipos que

    inferiorizam e excluem o negro nesta sociedade, que aprendam a respeitar as expressões

    culturais negras e de outras raízes étnicas que fazem parte da história e da vida de nosso país e

    que reconheçam o Brasil como um país multicultural.

  • JOÃO MORAIS DA COSTA JÚNIOR
  • ENTRE NEGROS, CABOCLOS E GENTIOS: os usos das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008 na construção de uma proposta de currículo decolonial para o Amapá

  • Orientador : GIOVANI JOSE DA SILVA
  • Data: 22/08/2020
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  • A pesquisa insere-se no contexto das discussões sobre currículo escolar no Ensino de
    História do Estado do Amapá. Desta forma, tal pesquisa tem como finalidade a construção
    de um Trabalho de Conclusão de Mestrado (TCM), delineando a composição de uma
    proposta curricular de caráter decolonial ou descolonizante como produto, utilizando as
    leis 10.639/03 e 11.645/08 e leis correlatas, em âmbito nacional e local, como parâmetro
    para lançar novos olhares a respeito da inserção de temáticas voltadas para a história
    africana, afro-brasileira e indígena. O trabalho em questão será compreendido por meio
    de um estudo detalhado sobre o currículo de História do Estado do Amapá, no tocante ao
    6o ano da Educação Básica (antiga 5a série). Tal entendimento, compreensão e análise
    será feita, por meio da leitura e utilização das Diretrizes Curriculares do Estado do Amapá
    (DCE/AP 2015) e respectivas Leis correlatas. Propõe-se compreender quais são e se
    existem relações interdisciplinares e teóricas entre Ensino de História e História Indígena
    e entre História e Antropologia, a partir de uma perspectiva culturalista, de modo a
    evidenciar as Histórias e as Culturas Afro-Brasileiras, Africanas e Indígenas, por meio da
    análise de documentos oficiais, em âmbito local. A proposta, por meio desta análise
    verificar-se-á se existe a efetivação das leis 10.639/2003 e 11.645/2008 nas escolas do
    Ensino Básico do Estado do Amapá, e se as inserções de caráter Colonialista /
    Eurocêntrica continuam a fazer parte das balizas, do alicerce do Currículo de História do
    referido Estado.

  • DARIO DA SILVA MARQUES
  • Nopa Ixtua, Nopa Lavi: a temática indígena no ensino de história a partir de representações sobre os Karipuna e Galibi Marworno do Amapá

  • Orientador : GIOVANI JOSE DA SILVA
  • Data: 20/08/2020
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  • O presente estudo é constituído por duas partes, a saber: a primeira de caráter dissertativo e, a segunda configura-se em um livro didático sobre os povos indígenas do Amapá – Karipuna e Galibi-Marworno – voltado aos docentes e discentes não indígenas do EnsinoFundamental (Anos Finais). Na primeira parte disserta-se sobre as representações dospovos indígenas nos livros didáticos de História, além de apresentar um enquadramento
    teórico e analítico de materiais didáticos, analisando livros didáticos de circulação nacionale regional/local e a Proposta Curricular do Estado de 2015, pertinente aos componentes deHistória e Estudos Amazônicos e Amapaenses. Discorre-se ainda, sobre as possibilidades de usos de diferentes linguagens no Ensino de História, apresentando sugestões para o trabalho em sala com documentos textuais, iconográficos e fílmicos. Na segunda parte, apresenta-se uma proposta de livro didático, com sua tessitura aportada em referências teóricas sobre Ensino de História, História Indígena e Nova História Indígena, dialogando, necessariamente, com a Antropologia. Recorre-se a documentos diversos (oficiais, jornais, fotografias e audiovisuais, entre outros), produzidos pelos indígenas Karipuna e Galibi-Marworno e por não indígenas, composto por representações e aspectos das histórias e culturas dos povos indígenas do Oiapoque. Para a consecução deste trabalho, ainda contou-se com auxílio de entrevistas semiestruturadas com professores acerca dos desafios e possibilidades da inserção da temática indígena na escola. Tal estudo pretende aproximar o Ensino de História das novas abordagens acerca da temática Indígena; colaborar para a aplicabilidade da Lei 11.645/2008 no Ensino de História (no)do Estado do Amapá, com reflexões e uma aprendizagem significante sobre a temática indígena, ressaltando a contemporaneidade desses povos, bem como seus agenciamentos e protagonismos na história do Brasil e do Amapá.

  • RAFAEL DE AMORIM PANTOJA
  • ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA VISUAL E O ENSINO DE HISTÓRIA: PROPOSTA METODOLÓGICA INCLUSIVA DE ANÁLISE DE CHARGES

  • Orientador : ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • Data: 29/04/2020
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  • O presente estudo visa contribuir para práticas de ensino inclusivas no ensino de História por meio da junção da audiodescrição e a alfabetização visual. Utiliza suas diretrizes na análise das charges publicadas no jornal Folha Vespertina de 1942 a 1945 de Belém do Pará, as quais estão imbuídas do contexto histórico que foram emitidas, para uma proposta de análise de imagens voltada para o aprendizado de estudantes com deficiência visual, no qual os estudantes possam ser alfabetizados visualmente e recebam instrumentos que os capacite para o desenvolvimento do pensamento reflexivo, crítico e histórico, contribuindo também para a área da Educação Inclusiva. A Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) é um tema bastante visitado em sala de aula, que desperta a curiosidade dos estudantes em saber mais sobre esse grande conflito da humanidade, tanto que já chegam com algum conhecimento a respeito deste assunto nas aulas. Este conhecimento advindo em grande parte pelo consumo de filmes, jogos e revistas moldam o senso comum dos estudantes, que os absorvem e os misturam com o conhecimento histórico escolar de sala de aula. O grandioso conflito foi extremante divulgado e acompanhado por meio de diversos instrumentos de comunicação, dentre eles o cinema, o rádio, as revistas e os jornais impressos. Neste último, chama-nos a atenção não só as grandes reportagens escritas que traziam as últimas notícias do front de batalha, mas também um outro elemento, que muitas vezes foi julgada como sem qualquer valor de análise histórica no conjunto institucional do jornal, que são as charges. Por seu conteúdo irônico, sarcástico, humorístico e por vezes corrosivo foi tida como indigna de ser analisada historicamente, sem falar da resistência da historiografia em se debruçar sobre as fontes imagéticas. 

2019
Descrição
  • ROBERTA CACELA DE ALMEIDA
  • Amazônia Ribeirinha : o quotidiano dos trabalhadores afuaenses como tema do ensino de história local. 

  • Orientador : SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • Data: 05/12/2019
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  • Por meio dessa pesquisa objetivou-se abordar o quotidiano dos trabalhadores afuaenses como tema oportuno ao Ensino de História local. Desde o processo de extração do látex, no final do século XIX, os trabalhadores amazônicos passaram por um processo de expropriação dos seus meios de subsistência ocorrido por meio de práticas de “apresamento social”. A partir da década de 1970 é possível perceber uma maior influência de ideais de liberdade propagadas pela Comissão da Pastoral da Terra - entidade ligada à Igreja católica - nas comunidades ribeirinhas do município de Afuá-PA. Padres e missionários da Prelazia de Macapá, sob influência da Teologia da Libertação, iniciaram um processo de disseminação de novas ideias, oferecendo cursos de formação a dirigentes de comunidade, onde elucidavam os direitos desses trabalhadores. O estudo aqui proposto pretende analisar estas transformações locais do último quartel do século XX e do início do XXI por meio da análise de narrativas dos trabalhadores afuaenses e de pesquisas de campo, estabelecendo diálogos com a História Oral e História do Tempo presente. A partir desse estudo, é possível conhecer as percepções que os trabalhadores afuaenses construiram do seu quotidiano e das suas lutas sociais, propondo a temática para o Ensino de História local. Abordar a Amazônia ribeirinha implica reconhecer a dinâmica e múltipla composição social nela presente. Implica igualmente reconhecer que precisamos estudar a história dos ribeirinhos e nos debruçar sobre ela, considerando suas vozes, escrevendo e contando suas histórias, problematizando a perspectiva que silencia as experiências desses.

  • RAIMUNDO NONATO DO NASCIMENTO OLIVEIRA
  • ENSINO DE HISTÓRIA: metodologia de construção de currículo para o 3º ano do ensino médio, a partir da aplicação do Projeto Parteira, na Escola Estadual Prof.ª Maria Cristina, no Município de Porto Grande – AP

  • Orientador : MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 18/10/2019
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  • Com o presente apresenta-se a construção de currículo para o Ensino de História, no ensino médio, a partir da aplicação do Projeto Parteira, que é baseado na Pedagogia da Alternância e na teoria educacional de Paulo Freire, realizado na Escola Estadual Maria Cristina, no Município de Porto Grande. Nesta escola, o Projeto é trabalhado de forma interdisciplinar, como sequência didática, e busca melhorar o nível de aprendizagem dos alunos, a relação entre os alunos e os professores e, também, entre a escola e as famílias dos educandos e, principalmente, adequar os conteúdos da disciplina a uma aprendizagem narrativa, comprometida com a realidade dos alunos. Para o desenvolvimento do mesmo pensou-se em uma proposta centrada no 3º ano. Extraiu-se da literatura vários escritos dos teóricos da Pedagogia da Alternância, com destaque à teoria de aprendizagem de Freire (2018). O trabalho foi desenvolvido através de uma Pesquisa de campo, de maneira participante, feita no diálogo permanente entre os alunos, os professores e o Serviço Técnico da referida escola que, na Semana Pedagógica de 2019, estabeleceram para o educandário, do 6º ao 9º ano e Ensino Médio, o Eixo Temático: Diversidade religiosa e sociedade. E, como parte final, o trabalho tornou-se o “currículo de História” da escola e o Manual do Professor, o Produto do Trabalho de Conclusão do Mestrado Profissional em Ensino de História, do PROFHISTÓRIA.

  • ORIONE RODRIGUES DE VILHENA
  • HISTÓRIA E CINEMA AS POSSIBILIDADES QUANTO AO USO DE FILME EM SALADE AULA: O CASO DE ABRIL DESPEDAÇADO.
  • Data: 20/03/2019
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  • OpresentetrabalhodeconclusãodeMestradoProfissionalemEnsinodeHistóriatem
    comoprincipalobjetivoinvestigarostermosemqueseprocessa,hápoucomaisde
    umséculo,arelaçãoentrehistóriaecinema.Emseusdesdobramentos,pretende
    realizar,subsidiariamente,umareflexãoacercadocinemaenquantorealização
    artístico-culturaleminentementehumana,comcaracterísticaseinfluênciaspróprias
    dentrodaquiloquesecostumachamarde“linhadotempo”;emdecorrênciadisso,
    remeteaoentendimentodecomoessasingularmanifestaçãoartísticaseapropriados
    fatoshistóricosdemodoa construir arespeitodosmesmosnarrativasas mais
    diversas, para, na sequência, tentardemonstrar como taisnarrativas por vezes
    destinam-seaoensinodadisciplinahistórica,apartirdetodoumprocessamento
    teóricoeintelectualrealizadopeloprofessordadisciplinavisandoaconstituirum
    ambiente mais atrativo e favorável ao processo de ensino-aprendizagem dessa
    matéria,levandotambémemcontaoviéstecnológicoqueenvolveasociedade/cultura
    dopresente.Pretende,enfim,considerarpossibilidadesdeempregodefilme(s)no
    ensino de história, tomando a produção cinematográfica Abril Despedaçadocomo
    modelo para aelaboração de umasequênciadidáticacomvistas àexposiçãoobjetiva
    de uma metodologia de trabalho com o referido filme, com o propósito de conciliar o
    esforçoteóricoaotrabalhopráticoinerenteàpessoadoprofissionaldahistória,
    buscando contribuir para odesenvolvimento de uma atuação profissionalafinadaaos
    desafiosepossiblidadesemtermoseducacionaisimpostospelasociedadeecultura
    atuais.
2018
Descrição
  • JOACIANY DO CARMO NASCIMENTO DA PAIXÃO
  • Os ladrões de Marabaixo: o legado das canções dos descendentes de escravizados no Amapá. Música, ensino e aprendizagem histórica.

  • Data: 28/09/2018
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  • O Marabaixo conta a sua história e a história do seu povo através da dança e das letras dos Ladrões que narram por meio de saga poética, a História da presença africana no Amapá.  Aquilo que as letras das músicas contam e o modo como cantam e como dançam, arrastando os pés simulando os grilhões que acorrentavam seus ancestrais na época da escravidão, constituem-se em ricos repositórios de história de vida e de genealogias locais. As letras dos Ladrões se compõe de um acervo oral importantíssimo não apenas por ser uma tradição deixada pelos antepassados da festividade, mas porque como bem salienta seus participantes, o legado das Canções, fazem parte da mais autentica expressão cultural do Amapá. Nosso objetivo neste trabalho consiste no diálogo propositivo da música no Ensino de História utilizando como aporte teórico a tipologia das Canções escravas e a teoria ontogenética da consciência Histórica trazendo, através das Canções de Marabaixo, a constituição de sentido histórico acerca da escravidão africana no Amapá, no século XVIII. Como metodologia aplicamos 4 oficinas visando desenvolver a prática da Pesquisa Histórica e a Produção de Saberes no Espaço Escolar com 12 estudantes, do 2ª ano do Ensino Médio, da Escola Estadual Professora Raimunda Virgolino, nos sítios de incidência da manifestação do Marabaixo de Macapá (AP) e Mazagão Velho. Essa proposta apoia-se numa concepção de Ensino Aprendizagem da história que tem como objetivo central a formação da consciência histórica do estudante, a partir do entrelaçamento com diferentes saberes que dialogam no interior do processo educativo.  Como produto final da pesquisa apresentamos o DICIONÁRIO ILUSTRADO DOS LADRÕES DE MARABAIXO. MATERIAL DO PROFESSOR. ENSINO MÉDIO – VOL. 1. O mesmo foi produzido a partir do significado de palavras e expressões contidas nas Canções de Marabaixo pesquisadas.

  • DANILO MATEUS DA SILVA PACHECO
  • Tempo de lembrar: as memorias da ditadura e o ensino de historia do Amapá.

  • Data: 28/09/2018
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  • A dissertação tem o objetivo de analisar os currículos prescritivos da Educação Básica, as memórias dos docentes e suas práticas em sala-de-aula. Ademais, entendendo que os testemunhos orais são importantes documentos que podem ser utilizados em sala-de-aula, analisaremos os relatos de pessoas que vivenciaram a ditadura no Território Federal do Amapá. 

  • JOSEAN RICARDO DE SOUZA E SILVA
  • Heteronormatividade e estigmação na cultura  escolar do Amapá, 1988 - 2018

  • Orientador : JULIA MONNERAT BARBOSA
  • Data: 28/09/2018
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  • Está dissertação estuda estigmatizações que foram direcionados a alunos e alunas da educação básica do Amapá entre os anos de 1988 a 2018, percebido e percebidas como "anormais" em relação aos seus gêneros e/ou sexualidades. 

  • WALBI SILVA PIMENTEL
  • O Bairro do Buritizal: entre a experiência vivida e a história ensinada. 

  • Data: 14/09/2018
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  • O Bairro do Buritizal: entre a experiência vivida e a história ensinada.

  • JOACIANY DO CARMO NASCIMENTO DA PAIXÃO
  • Os ladrões de Marabaixo: o legado das cantigas para o ensina da História no Amapá.

  • Data: 29/08/2018
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  • O Marabaixo conta a sua história e a história do seu povo através da dança e das letras dos Ladrões que narram por meio de saga poética, a História da presença africana no Amapá.  Aquilo que as letras das músicas contam e o modo como cantam e como dançam, arrastando os pés simulando os grilhões que acorrentavam seus ancestrais na época da escravidão, constituem-se em ricos repositórios de história de vida e de genealogias locais. As letras dos Ladrões se compõe de um acervo oral importantíssimo não apenas por ser uma tradição deixada pelos antepassados da festividade, mas porque como bem salienta seus participantes, o legado das Canções, fazem parte da mais autentica expressão cultural do Amapá. Nosso objetivo neste trabalho consiste no diálogo propositivo da música no Ensino de História utilizando como aporte teórico a tipologia das Canções escravas e a teoria ontogenética da consciência Histórica trazendo, através das Canções de Marabaixo, a constituição de sentido histórico acerca da escravidão africana no Amapá, no século XVIII. Como metodologia aplicamos 4 oficinas visando desenvolver a prática da Pesquisa Histórica e a Produção de Saberes no Espaço Escolar com 12 estudantes, do 2ª ano do Ensino Médio, da Escola Estadual Professora Raimunda Virgolino, nos sítios de incidência da manifestação do Marabaixo de Macapá (AP) e Mazagão Velho. Essa proposta apoia-se numa concepção de Ensino Aprendizagem da história que tem como objetivo central a formação da consciência histórica do estudante, a partir do entrelaçamento com diferentes saberes que dialogam no interior do processo educativo.  Como produto final da pesquisa apresentamos o DICIONÁRIO ILUSTRADO DOS LADRÕES DE MARABAIXO. MATERIAL DO PROFESSOR. ENSINO MÉDIO – VOL. 1. O mesmo foi produzido a partir do significado de palavras e expressões contidas nas Canções de Marabaixo pesquisadas.

  • ARLENO AMORAS CORREA
  • MEMÓRIAS DE UM MUSEU EM ESQUECIMENTO: A BASE AÉREA DO AMAPÁ E O ENSINO DE HISTÓRIA

  • Data: 27/08/2018
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  • O objetivo dessa dissertação é apresentar as reflexões da pesquisa realizada no Programa de Mestrado em Ensino de História da Universidade Federal do Amapá- UNIFAP. Especificamente, ela trata sobre as memórias do Museu da Base Aérea de Amapá numa perspectiva para o Ensino de História da Educação Básica no município de Amapá- AP.  Este Museu foi criado no Ano de 1998, com intuito de preservar a herança patrimonial oriunda da instalação da Naval Air Amapá, uma base aérea montada e guarnecida pelas forças armadas do Estados Unidos da América, que serviu de apoio logístico às ações militares dos países Aliados durante a Segunda Guerra Mundial. Atualmente esse museu apresenta grandes entraves de funcionamento, o que dificulta que iniciativas docentes sejam elaboradas, no sentido de ser melhor utilizado pelo Ensino de História, que poderia fazer uso desse como recurso didático para problematizar o tema da Segunda Guerra Mundial. Através de fontes escritas e depoimentos e analises de questionários semiestruturados, visamos tornar reflexivas a apropriação feita pelo ensino escolar de história na Escola Estadual Vidal de Negreiros.     Busca-se, portanto, através de sugestões metodológicas, conciliar aspectos mais amplos e gerais da temática da Segunda Guerra mundial com o conhecimento mais próximo do aluno. Para tanto, foi elaborado um material didático com fotografias antigas e atuais, bem como outras iconografias possíveis, produzidas em rabiscos, pinturas e com apoio de aplicativos que comporão o Catálogo Iconográfico da Base Aérea de Amapá, como forma a subsidiar a pratica docente de profissionais da educação quando abordarem a temática da Segunda Guerra Mundial.

  • MARÍLIA PANTOJA DO NASCIMENTO
  • Sugestões para a escrita de um livro didático sobre a história local de Laranjal do Jari.

  • Data: 24/07/2018
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  • Não possui projerto

  • JACKELINE SAMARA MACIEL DA SILVA
  • Escavando conhecimento: patrimônio arqueológico Maracá no Ensino de História do Amapá

  • Data: 23/07/2018
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  • Cadastro posterior

  • VITOR FERREIRA DA SILVA
  • Quimera de indios, querelas de branco: Usos e abusos da mitologia indigena no ensini de historia no Amapá.

  • Data: 23/07/2018
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  • BRUNO RAFAEL MACHADO NASCIMENTO
  • Ad Majorem Dei Gloriam: catálogo de documentos setecentistas das missãoes jesuítas do Oiapoque paro ensino de História.

  • Data: 23/07/2018
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  • Não possui projeto

  • ANGELA MARIA DOS ANJOS NASCIMENTO
  • Guia Histórico de Macapá

  • Data: 23/07/2018
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  • Guia Histórico de Macapá

  • DANILO SORATO OLIVEIRA MOREIRA
  • SILÊNCIOS QUE FALAM, PALAVRAS QUE NADA EXPLICAM: AS NARRATIVAS HISTÓRICAS COMPARADAS SOBRE A QUESTÃO DO AMAPÁ.

  • Data: 19/05/2018
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  • SILÊNCIOS QUE FALAM, PALAVRAS QUE NADA EXPLICAM: AS NARRATIVAS HISTÓRICAS COMPARADAS SOBRE A QUESTÃO DO AMAPÁ.

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