Banca de QUALIFICAÇÃO: MARÍLIA FRANÇA FARACHE

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MARÍLIA FRANÇA FARACHE
DATA : 16/10/2025
HORA: 08:30
LOCAL: Bloco I, Sala 04
TÍTULO:

ENTRE RIOS, FLORESTAS E A EDUCAÇÃO INFANTIL NAS AMAZÔNIAS: experiências em assentamento no arquipélago do Marajó - Breves/PA.


PALAVRAS-CHAVES:

Educação Infantil. Educação das águas e das florestas. Infâncias. Crianças. Decolonialidade. Amazônia.


PÁGINAS: 78
RESUMO:

Esta dissertação desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Amapá, vinculada a linha de pesquisa educação, culturas e diversidades, consiste num estudo que trata sobre a educação infantil no contexto e perspectiva da educação do campo, das águas e das florestas no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Ilha do Corre, Escola Municipal de Educação Infantil Bom Pastor, Rio Itacoera, Breves/PA. Na vontade de compreender as práticas pedagógicas no assentamento rural a partir das vivências, experiências e práticas culturais das crianças incorporadas na educação, assim chegamos na seguinte questão norteadora: de que forma as vivências, as experiências e as práticas culturais das crianças são incorporadas nas práticas pedagógicas da educação infantil do campo, das águas e das florestas, no sentido de contemplar uma educação para Amazônia com base ao contexto regional? O objetivo central é compreender o desenvolvimento das práticas pedagógicas, para uma educação na Amazônia com base no contexto regional, que incorporem as vivências, as experiências e as práticas culturais das crianças do PAE Ilha do Corre, no município de Breves/PA. Como colaboradores de pesquisa temos as crianças e as infâncias na escola de educação infantil das águas e das florestas, bem como a comunidade escolar. Para tanto, o procedimento metodológico tem em vista utilizar o estudo de caso proposto por Yin (2001) como estratégia de pesquisa, com a abordagem qualitativa de Denzin e Lincoln (2006) e análise de conteúdo, Bardin (1977), na perspectiva decolonial, Mota Neto (2015). Trata-se de uma investigação colaborativa, bibliográfica e documental que possa assegurar nossas impressões das experiências vivenciadas. Como instrumento de coleta de dados utilizamos a observação participante, a roda de conversa, oficina de desenhos, contação de histórias e diálogo com a comunidade; para tanto, os cuidados éticos serão adotados. A análise dos dados perpassa pelo remar metodológico que permite conexão com a natureza, com a comunidade, com a cultura e com o ambiente da realização da pesquisa. Esta pesquisa surge como uma oportunidade de contribuir para um debate fundamental e urgente acerca da educação infantil, especialmente sob a perspectiva da educação do campo das águas e das florestas, em um contexto singular: o arquipélago do Marajó. Além disso, é oportuno analisar as práticas pedagógicas, investigando se suas abordagens estão alinhadas a uma perspectiva decolonial e com base no contextoregional ou se, por outro lado, ainda incorporam práticas colonizadoras em seu processo educativo.


MEMBROS DA BANCA:
Externa à Instituição - ELIANA CAMPOS POJO TOUTONGE - UFPA
Presidente - ***.758.182-** - ANGELA DO CEU UBAIARA BRITO - UEAP
Interna - 2104123 - DEBORA MATE MENDES
Notícia cadastrada em: 03/10/2025 10:10
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