Dissertações/Teses

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2026
Dissertações
1
  • NILTON FERREIRA BATISTA
  • A AGRICULTURA INDÍGENA E A ANCESTRALIDADE NA COMUNIDADE SÃO JOSÉ DOS GALIBI NO MUNICÍPIO DO OIAPOQUE: GÊNESE E METAMORFOSES NAS DUAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XXI

  • Orientador : RONI MAYER LOMBA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • RONI MAYER LOMBA
  • CARINA SANTOS DE ALMEIDA
  • JÚLIO CÉSAR SUZUKI
  • Data: 20/02/2026

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  • Os indígenas são célebres por sua atividade na agricultura, desde a constatação da existência de uma técnica indígena de processar a mandioca, a farinha dessa raiz manteve-se no consumo alimentar de todos os envolvidos na colonização e desde então manteve-se à mesa. Este trabalho traz para o cenário da História Social do Trabalho um estudo sobre a agricultura indígena e os saberes tradicionais na Aldeia São José do Galibi da etnia Galibi Kali’na no município do Oiapoque. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho é compreender as práticas da agricultura indígena interligadas a identidade étnica e aos saberes tradicionais dos Galibi Kali’na na aldeia São José do Galibi, no município aqui em enfoque, nas duas primeiras décadas do século XXI. A metodologia de estudo faz um percurso em pesquisas bibliográficas, pesquisas documentais e pesquisa de campo. A intenção da pesquisa é saber como a prática da agricultura indígena se interliga a identidade étnica e aos saberes tradicionais dos Galibi Kali’na na aldeia São José do Galibi, no município do Oiapoque e, como ocorre a construção socioeconômica da agricultura para a manutenção de sua identidade étnica? Para dar conta do arcabouço teórico-metodológico a análise da questão apresentada, traz a temática ligada a áreas da História, Antropologia. De acordo com o cronograma da pesquisa, os principais resultados dessa pesquisa, encontra-se nas análises bibliográficas e documental no que concerne a escrita do primeiro capítulo e segundo capítulo.


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  • The indigenous people are famous for their agricultural activities. Ever since the existence of an indigenous technique for processing manioc was discovered, flour from this root has been consumed by all those involved in colonization and has remained on the table ever since. This work brings to the Social History of Labor scenario a study of indigenous agriculture and traditional knowledge in the São José do Galibi Village of the Galibi Kali'na ethnic group in the municipality of Oiapoque. In this context, the aim of this work is to understand the practices of indigenous agriculture linked to the ethnic identity and traditional knowledge of the Galibi Kali'na in the village of São José do Galibi, in the municipality in question, in the first two decades of the 21st century. The study methodology includes bibliographical research, documentary research and field research. The aim of the research is to find out how the practice of indigenous agriculture is interlinked with the ethnic identity and traditional knowledge of the Galibi Kali'na in the village of São José do Galibi, in the municipality of Oiapoque, and how the socio-economic construction of agriculture occurs in order to maintain their ethnic identity. In order to provide a theoretical-methodological framework for the analysis of the question presented, the theme is linked to the areas of History and Anthropology. According to the research timetable, the main results of this research are to be found in the bibliographical and documentary analysis of the first and second chapters.

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  • JULIO CEZAR RUELA GAMA
  • Um “mercado” da feitiçaria: curadores nas teias do santo ofício no Grão-Pará (1740-1774)

  • Orientador : PAULO MARCELO CAMBRAIA DA COSTA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • PAULO MARCELO CAMBRAIA DA COSTA
  • RAFAEL ALE ROCHA
  • SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • YLLAN DE MATTOS OLIVEIRA
  • Data: 23/05/2026

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  • Essa pesquisa investiga os sujeitos acusados de “feitiçaria” por suas práticas curativas diante
    do Santo Ofício, no Estado do Grão-Pará e Maranhão, entre 1750 e 1774. Nesse sentido,
    levantamos, como problemática, pensar em como foram acionadas as práticas de cura dentro
    do processo de colonização da região amazônica. Assim, o objetivo principal dessa pesquisa é
    analisar as práticas mágico-religiosas de cura como atividades realizadas dentro de uma forma
    de mercado de modo a resgatar a dimensão social das práticas e seus possíveis ganhos. A
    pesquisa parte de uma análise de fontes inquisitoriais, sendo elas os processos inquisitoriais e
    os cadernos do promotor, que são disponibilizadas digitalmente pelo Arquivo Nacional Torre
    do Tombo (ANTT). À vista disso, nosso arcabouço teórico-metodológico percorre os caminhos
    sugeridos pela micro-história e se vale do conceito de economia moral na tentativa de lançar
    luz sobre os significados, fora do sentido restritamente religioso. Assim, analisar as práticas
    mágico-religiosas a partir de uma perspectiva da história social do trabalho pode revelar
    sentidos que vão além das camadas culturais permitindo uma melhor compreensão da realidade
    entorno das práticas.


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  • v

3
  • KEITH MAYANE MACIEL DE SOUSA SARMENTO
  • EIM, O TEMPLO DO TRABALHO: UMA POLÍTICA EDUCACIONAL COMO INSTRUMENTO DE MODERNIZAÇÃO DO TERRITÓRIO FEDERAL DO AMAPÁ (1949-1964)

  • Orientador : CECILIA MARIA CHAVES BRITO BASTOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CECILIA MARIA CHAVES BRITO BASTOS
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • MAURA LEAL DA SILVA
  • Data: 23/07/2026

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  • A pesquisa intitulada EIM, O TEMPLO DO TRABALHO: uma Política Educacional como instrumento de modernização do Território Federal do Amapá (1949 a 1964), insere-se no campo da Educação Profissional e Tecnológica e reporta-se ao estudo da política educacional implantada na Escola Industrial de Macapá (EIM). Este estudo tem como objetivo analisar como a política educacional janarista aplicada na Escola Industrial de Macapá nos anos de 1949 a 1964 influenciou o desenvolvimento sociocultural dos trabalhadores locais. Desta forma, foi realizado: levantamento bibliográfico, com foco em autores que discutem instituições e acervos escolares, lugares de memórias e fontes documentais; pesquisa documental em arquivos digitais de Gustavo Capanema; no prédio da Escola Antonio Cordeiro Pontes que guarda o acervo da escola (relatórios iniciais e finais; ofícios da direção; memorandos da direção; certificados dos alunos) e de maquinários deixados pela EIM, publicações do Jornal Amapá e registros fotográficos localizado em redes sociais. A EIM, hoje denominada Escola Estadual Antônio Cordeiro Pontes foi criada pelo primeiro governador do Território Federal do Amapá, Janary Gentil Nunes e funcionou entre os anos de 1949 e 1964, destinada a um publico masculino. Desta forma, esta pesquisa constatou que educação esteve na ‘fronteira da modernização” no TFA, e a EIM, “Templo do trabalho”, representou uma simbologia excepcional, o que havia de mais Novo no Brasil, quando se falava de educação. A política educacional janarista, aplicada na EIM, representou um mecanismo de fortalecimento do poder estatal, contribuindo para legitimar o governo territorial por meio da criação de instituições consideradas modernas e civilizatórias. Assim, ao analisar a Escola Industrial de Macapá como instrumento políticoeducacional, evidencia-se o papel central da educação profissional como estratégia de controle social e de formação de sujeitos compatíveis com os interesses econômicos e administrativos do Estado.


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  • a

4
  • VITORIA SANTOS ESTEVES
  • ATUAÇÃO DO CIMI NA MOBILIZAÇÃO E FORTALECIMENTO DO MOVIMENTO INDÍGENA DO OIAPOQUE-AMAPÁ NA LUTA PELA TERRA (1970-1990)

  • Orientador : CECILIA MARIA CHAVES BRITO BASTOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CARINA SANTOS DE ALMEIDA
  • CECILIA MARIA CHAVES BRITO BASTOS
  • JULIA MONNERAT BARBOSA
  • SIMONE GARCIA ALMEIDA
  • Data: 24/07/2026

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  • Os povos indígenas, historicamente, têm se mobilizado para garantir a posse de seus territórios no Brasil. Esse contexto inclui as terras dos povos do Oiapoque, no Amapá (Brasil), que faz fronteira com a Guiana Francesa (França). Principalmente, desde os anos de 1970, os povos dessa região passaram a se organizar e a lutar pelas suas terras, que hoje estão tituladas. Nesse processo de organização e de luta, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) esteve ao lado das lideranças indígenas no processo de demarcação e homologação das terras no município de Oiapoque, entre os anos de 1980 e 1990. Assim, tem-se como objetivo analisar a memória documental sobre a atuação do Cimi na mobilização e fortalecimento do movimento indígena na luta pela terra no Oiapoque, no estado do Amapá, entre os anos de 1970 e 1990. A pesquisa foi realizada com base em levantamento bibliográfico proveniente de autores/autoras indígenas e não indígenas sobre a História Indígena, os conceitos principais, os contextos sobre a luta dos povos do Oiapoque e a atuação do Cimi; também, foram localizadas fontes em repositório digital (periódico Mensageiro) e em acervos institucionais (Cimi Norte II, e Cúria Diocesana da Igreja de São José de Macapá), além da legislação indigenista do período e entrevista do padre Nello Rufaldi. Os dados indicaram que o Cimi, para além da missão pastoral junto aos povos do Oiapoque, teve atuação efetiva na luta por seus territórios, demarcada pela memória documental produzida pelos indígenas com contribuição do Conselho. Com isso, os resultados da pesquisa circunscrevem-se para a importância do campo da História Indígena, da articulação dos conceitos de identidade territorial e de memória documental acerca da atuação que o Cimi desempenhou junto ao movimento dos indígenas do Oiapoque na mobilização e articulação em defesa da titulação e contra as ameaças externas de projetos desenvolvimentistas do governo amapaense. Concluindo-se que o impacto da atuação conjunta dos movimentos indígenas e do Cimi no processo de demarcação foi decisivo. Sem a organização autônoma dos povos do Oiapoque, a ação do Cimi seria apenas uma assessoria externa sem ressonância; sem o apoio metodológico e a articulação política do Cimi, a mobilização indígena teria encontrado muito mais dificuldade para se traduzir em vitórias jurídicas e administrativas. Foi a simbiose entre o protagonismo indígena e a aliança estratégica com o Cimi que tornou possível a luta e a proteção do território dos povos Palikur, Galibi Kali’na, Galibi Marworno e Karipuna.


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  • a

5
  • KARLA MENEZES ALMEIDA
  • TRABALHO-EDUCAÇÃO NA DITADURA EMPRESARIAL MILITAR NO TERRITÓRIO FEDERAL DO AMAPÁ (1964- 1972) 2)

  • Orientador : SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CECILIA MARIA CHAVES BRITO BASTOS
  • ILMA DE ANDRADE BARLETA
  • SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • Data: 18/08/2026

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  • A presente pesquisa tem como tema a educação e sua relação com o mundo do trabalho durante a ditadura empresarial-militar brasileira no Território Federal do Amapá (TFA), compreendendo a necessidade de construção de um melhor entendimento dos impactos das ações educacionais no espaço amazônico. O objetivo geral consiste em analisar a política educacional e sua relação com o mundo do trabalho durante os anos iniciais (1964-1972) da ditadura empresarial-militar no TFA. Como objetivos específicos, o estudo buscará: compreender o cenário educacional no período anterior ao golpe de 1964 e como este influenciou o projeto educacional que viria a ser promovido pelo regime; examinar as especificidades das políticas do regime empresarial-militar brasileiro para a Amazônia, destacando os esforços para a mais forte inserção da região na lógica das relações capitalistas; e analisar a política educacional no Território Federal do Amapá do período, investigando a dualidade educacional refletida na organização dos centros escolares e criada como forma de manutenção do poder das classes dominantes locais. Para tanto, a metodologia inclui a análise da legislação da época, de artigos de periódicos da imprensa local, de depoimentos do Relatório da Comissão Estadual da Verdade do Amapá, de dados dos censos demográficos do IBGE. A análise de tais fontes nos levou a inferir que a relação trabalho-educação durante a ditadura empresarial-militar brasileira teve papel central na consolidação e manutenção do regime. Estando pautada na Teoria do Capital Humano (TCH), a educação passou a estabelecer uma relação mais direta com imperativos econômicos, sendo considerada um bem de consumo que contribuiria diretamente para o desenvolvimento e modernização da sociedade brasileira. No caso do Território Federal do Amapá, a análise das fontes evidenciou que a política educacional ultrapassava a lógica de apenas formar uma nova classe trabalhadora sendo concebida como um mecanismo de alteração do modo de vida da população local, por meio do cultivo de cidadãos qualificados, disciplinados e comprometidos com o ideal de progresso difundido pelo Estado. Além disso, as escolas tornaram-se instrumentos de difusão dos valores alinhados aos interesses do regime empresarial-militar brasileiro. Contudo, a partir dos depoimentos analisados, constatamos que as instituições escolares também foram espaços tanto de negociações e apoios ao regime ditatorial, bem como de resistências e tensões derivadas da vigilância praticada pelos aparelhos estatais.


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  • aa

6
  • LYANDRA BEATRIZ MENDES MONTEIRO
  • ENTRE O POSSÍVEL E O IMAGINADO: MOVIMENTOS JUVENIS AMAPAENSES DURANTE A DITADURA EMPRESARIAL-MILITAR (1964-1972)
  • Orientador : SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DANILO MATEUS DA SILVA PACHECO
  • MAURA LEAL DA SILVA
  • SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • Data: 19/08/2026

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  • vA Ditadura empresarial-militar instaurada no Brasil em 1964 promoveu profundas transformações políticas, econômicas e sociais, cujos impactos também alcançaram a Amazônia. No Território Federal do Amapá, área considerada estratégica para os projetos de integração nacional e exploração econômica, o regime articulou políticas de desenvolvimento, mecanismos de vigilância e práticas de controle social que incidiram sobre diferentes segmentos da população. Entre esses sujeitos estavam as juventudes amapaenses, constantemente interpeladas por discursos produzidos pelo Estado, pela Igreja Católica, pela imprensa e por instituições educacionais, que buscavam orientar sua formação moral e política. Nesse contexto, o objetivo desta pesquisa é analisar experiências das juventudes no Território Federal do Amapá entre os anos de 1964 a 1972, compreendendo formas de organização, sociabilidade e participação construídas por esses sujeitos durante os primeiros anos da ditadura empresarialmilitar. Argumenta-se que não existia uma juventude homogênea, mas diferentes juventudes, atravessadas por distintos pertencimentos sociais, religiosos, políticos e culturais, cujas experiências extrapolam interpretações restritas à dicotomia entre apoio e resistência ao regime. Adotamos como categoria de análise a noção de ditadura empresarial-militar, entendendo que a sustentação do regime resultou da atuação articulada entre militares, setores empresariais, parte da Igreja Católica e da imprensa, especialmente no contexto das políticas desenvolvimentistas voltadas para a Amazônia. As principais fontes utilizadas foram os jornais A Voz Católica e Amapá, o relatório da Comissão Estadual da Verdade do Amapá (CEV-AP), registros encontrados no Arquivo Nacional, entrevistas e bibliografia especializada. A análise dessas fontes permitiu compreender que escolas, associações estudantis, organizações religiosas, grupos culturais e outros espaços de sociabilidade constituíram importantes ambientes de formação política e social das juventudes amapaenses. Evidenciou-se, ainda, que esses sujeitos produziram experiências diversas diante do regime, ora aproximando-se dos projetos de formação defendidos pelo Estado, ora construindo espaços de negociação, dissidência e contestação. Conclui-se que a investigação das juventudes amapaenses amplia as interpretações sobre a ditadura empresarial-militar na Amazônia ao deslocar o olhar dos grandes projetos desenvolvimentistas para as experiências cotidianas dos sujeitos, contribuindo para o preenchimento de uma lacuna na historiografia sobre o período


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  • v

7
  • VINICIUS SARGES MARQUES
  • ENTRE RIOS E MEMÓRIAS DA AMAZÔNIA BAILIQUENSE: CONSTRUÇÃO HISTÓRICA DA IDENTIDADE E COSMOVISÃO DOS POVOS RIBEIRINHOS DA FOZ DO RIO AMAZONAS 

  • Orientador : CARINA SANTOS DE ALMEIDA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CARINA SANTOS DE ALMEIDA
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • RAIMUNDO ERUNDINO SANTOS DINIZ
  • Data: 25/08/2026

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  • Esta dissertação investiga a construção histórica da identidade e cosmovisão dos povos ribeirinhos do distrito de Bailique, localizado na foz do rio Amazonas, no estado do Amapá. A pesquisa parte da seguinte pergunta-problema: como a história do Bailique pode ser narrada a partir das memórias e histórias de vida dos moradores, revelando os processos históricos, a construção de uma identidade e cosmovisão ribeirinha que orienta suas relações com a paisagem e a comunidade? Metodologicamente, a pesquisa fundamenta-se em uma abordagem interdisciplinar que articula etno-história, história oral e etnografia. A etno-história permitiu articular pressupostos da História e da Antropologia para uma apreensão densa e contextualizada das comunidades ribeirinhas a partir de suas próprias concepções culturais. A história oral assumiu papel central, uma vez que a oralidade no Bailique não é apenas um modo de transmissão do passado, mas um sistema de conhecimento e orientação social. A etnografia, por sua vez, exigiu presença prolongada em campo considerando que o Bailique, não é somente um campo de pesquisa, mas um espaço de referência familiar, contribuído para a observação participante e escuta situada, permitindo captar as dinâmicas sociais em sua relação direta com o lugar. A identidade ribeirinha bailiquense revela-se como dinâmica e plural, construída na relação com o espaço, nas práticas de trabalho, nas festas, na fé e na oralidade. A cosmovisão ribeirinha articula dimensões materiais e simbólicas, visíveis e invisíveis, humanas e não-humanas, configurando um modo de existir que não separa natureza, cultura e espiritualidade. As festas, a religiosidade popular, a pajelança e a crença nos encantados são expressões dessa cosmovisão


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  • This dissertation investigates the historical construction of identity and worldview of the riverine peoples of the Bailique district, located at the mouth of the Amazon River, in the state of Amapá, Brazil. The research is guided by the following research question: how can the history of Bailique be narrated from the memories and life stories of its residents, revealing the historical processes, the construction of a riverine identity and worldview that guide their relationships with the landscape and the community? Methodologically, the research is grounded in an interdisciplinary approach that articulates ethno-history, oral history, and ethnography. Ethno-history made it possible to articulate assumptions from History and Anthropology for a dense and contextualized understanding of riverine communities based on their own cultural conceptions. Oral history played a central role, since orality in Bailique is not merely a means of transmitting the past, but a system of knowledge and social orientation. Ethnography, in turn, required prolonged presence in the field, participant observation, and situated listening, allowing the capture of social dynamics in their direct relationship with the place. The riverine identity of Bailique reveals itself as dynamic and plural, constructed in relation to space, work practices, festivals, faith, and orality. The riverine worldview articulates material and symbolic dimensions, visible and invisible, human and non-human, configuring a mode of existence that does not separate nature, culture, and spirituality. Festivals, popular religiosity, pajelança (shamanic healing practices), and the belief in enchanted beings are expressions of this worldview.

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  • POLIANE CONRADO DE LIMA
  • ENTRE O CHÃO DA ESCOLA E A LUTA DOCENTE: CLASSE E GÊNERO NA TRAJETÓRIA DA APA AO SINSEPEAP (1952-1999)

  • Orientador : LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • IVAN RUBENS DÁRIO JÚNIOR
  • LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • Data: 16/10/2026

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  • Este trabalho analisa as experiências de organização e militância do professorado amapaense entre 1952 e 1999, acompanhando as transformações, permanências e disputas que marcaram sua trajetória da Associação dos Professores do Amapá (APA) à constituição e atuação do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Estado do Amapá (Sinsepeap). Busca-se compreender como homens e mulheres construíram formas de organização coletiva em diferentes conjunturas, considerando as mudanças experimentadas pelo próprio professorado, suas pautas reivindicatórias, estratégias de luta e relações estabelecidas com o poder público e outras organizações de trabalhadores. A pesquisa articula as categorias classe e gênero, fundamentando-se, sobretudo, nas contribuições de E. P. Thompson, Marcel van der Linden e Joan Scott, de modo a compreender tanto o fazer-se do professorado enquanto coletividade quanto as relações de poder estabelecidas entre homens e mulheres em seus espaços de militância. Metodologicamente, foram mobilizadas atas da APA e do Sinsepeap, jornais locais e entrevistas com sujeitos que participaram dessas experiências. Os resultados demonstram que a organização coletiva do professorado amapaense precedeu sua sindicalização, constituindo-se desde a experiência associativa iniciada em 1952 e assumindo diferentes formas ao longo das conjunturas atravessadas pela categoria. A transformação da APA em sindicato, em 1989, representou uma inflexão nesse percurso, ampliando as possibilidades de atuação de trabalhadores e trabalhadoras que, durante os anos 1990, protagonizaram greves, paralisações, negociações e outras formas de mobilização em defesa de salários, direitos, condições de trabalho e da educação pública, em um contexto marcado pelo avanço da lógica neoliberal. A análise também evidencia que a expressiva presença feminina na constituição histórica do professorado e de suas formas de organização não eliminou hierarquias de gênero em seus espaços de militância, especialmente no interior do Sinsepeap, onde mulheres participaram ativamente da vida sindical ao mesmo tempo em que disputavam reconhecimento, autoridade e espaços de atuação.


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  • This study analyzes the experiences of organization and activism of the teaching body of Amapá between 1952 and 1999, following the transformations, continuities and disputes that marked its trajectory from the Associação dos Professores do Amapá (APA) to the constitution and performance of the Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Estado do Amapá (Sinsepeap). It seeks to understand how men and women built forms of collective organization in different conjunctures, considering the changes experienced by the teaching body itself, its demands, strategies of struggle and the relations established with public authorities and with other workers' organizations. The research articulates the categories of class and gender, drawing above all on the contributions of E. P. Thompson, Marcel van der Linden and Joan Scott, in order to understand both the making of the teaching body as a collectivity and the power relations established between men and women in their spaces of activism. Methodologically, it mobilizes minutes of the APA and of the Sinsepeap, local newspapers and interviews with subjects who took part in these experiences. The results show that the collective organization of the teaching body of Amapá preceded its unionization, having been constituted since the associative experience begun in 1952 and taking on different forms throughout the conjunctures faced by the category. The transformation of the APA into a union, in 1989, represented an inflection in this path, broadening the possibilities of action of workers who, during the 1990s, led strikes, work stoppages, negotiations and other forms of mobilization in defense of wages, rights, working conditions and public education, in a context marked by the advance of neoliberal logic. The analysis also shows that the significant female presence in the historical constitution of the teaching body and of its forms of organization did not eliminate gender hierarchies in its spaces of activism, especially within the Sinsepeap, where women actively participated in union life while disputing recognition, authority and spaces of action.

2025
Dissertações
1
  • MANOEL LOURENCO DA CRUZ MORAIS
  • A Elite da Política Amapaense na Formação da Primeira Legislatura (1991-1994)

  • Orientador : GABRIEL LIMA MARQUES
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DAVIDSON AFONSO DE RAMOS
  • GABRIEL LIMA MARQUES
  • MAURA LEAL DA SILVA
  • Data: 14/01/2025

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  • a


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2
  • WILNEIA BARBOSA DE ALELUIA DA PIEDADE
  • OS SENTIDOS ATRIBUÍDOS AOS ATEUS PELA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA
    CATÓLICA
  • Orientador : MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • FERNANDO MEZADRI
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 29/01/2025

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  • a


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3
  • KAROLINE VELOSO DE OLIVEIRA
  • OS SERVIÇOS DOMESTICOS E SOBREVIVÊNCIA DE TUTELADAS POBRES NA AMAZÔNIA BELENENSE (1886-1900)

  • Orientador : LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CRISTINA DONZA CANCELA
  • LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • Data: 26/02/2025

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  • q


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4
  • LILIANE BARBOSA DE ALELUIA
  • A IDENTIDADE AFRO-INDÍGENA BRASILEIRA SOB A PERSPECTIVA DAS LEIS N° 10.639/2003 E N° 11.645/2008: Uma análise do ensino de história no 9º ano do E. F. da escola estadual Maria Neusa Carmo de Souza

  • Orientador : MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • ANDRIUS ESTEVAM NORONHA
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • Data: 29/03/2025

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  • c


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5
  • NAÍSA DA CONCEIÇAO FERREIRA BATISTA
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    A PRESENÇA DA MULHER NA PESCA A MONTANTE DA HIDRELÉTRICA CACHOEIRA CALDEIRÃO (2013-2019)

  • Orientador : ADALBERTO JUNIOR FERREIRA PAZ
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ADALBERTO JUNIOR FERREIRA PAZ
  • CECILIA MARIA CHAVES BRITO BASTOS
  • FRANCIVALDO ALVES NUNES
  • Data: 30/03/2025

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    A Amazônia, dentre muitas características, é celebre pela predominância hidrográfica de seu território, e o estado do Amapá faz parte deste cenário e tem entre seus rios importantes o Rio Araguari, que se destaca como o mais importante curso d´água do Amapá na geração de energia, pois existem três Hidrelétricas em seu percurso. Essas usinas abrangem os municípios de Porto Grande e Ferreira Gomes, sendo a Usina Hidrelétrica Cachoeira Caldeirão (UHECC) uma delas. Nesse cenário, entre rio e empreendimento hidrelétrico, estão as mulheres pescadoras que utilizam o rio como ambiente de trabalho, mas, são impactadas pelo empreendimento. Portanto, esta pesquisa se propõe a analisar os impactos ocasionados pela UHECC na vida das mulheres pescadoras no médio Rio Araguari, no que diz respeito à parte montante desse empreendimento, abrangendo espacialmente a área rural dos municípios de Porto Grande e Ferreira Gomes. O marco temporal inicia em 2013, ano em que começa a construção da barragem e vai até 2019, que considero como um ano marcante de luta dessas mulheres no Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), abordando, assim, a forma de resistência da luta através do envolvimento dessas mulheres no movimento social. Com base em documentos oficiais, jornais, blog, fotografias, teses, dissertações, livros e revistas foi descrito o arcabouço teórico-metodológico que discute a natureza e o trabalho no contexto da pesca na Amazônia. Portanto, a análise da questão apresentada traz a temática ligada a áreas da História, Geografia e a Antropologia, dentre outras, devido o foco histórico, ambiental e social-cultural do objeto de estudo desta pesquisa.


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6
  • LUCIANO LISBOA DA SILVA
  • A MISSA DOS QUILOMBOS NO AMAPÁ: UMA HISTÓRIA DE LUTA E RESISTÊNCIA DA CULTURA AFRO-RELIGIOSA AMAPAENSE (2001- 2023

  • Orientador : MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • EDILMAR CARDOSO RIBEIRO
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 18/08/2025

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  • a


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7
  • TIFANNY JAIRA RAIOL MATOS
  • Práticas teatrais na festa de são tiago (2019-2024): representação e memória

  • Orientador : FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • CECILIA MARIA CHAVES BRITO BASTOS
  • GERSON PRAXEDES SILVA
  • Data: 20/10/2025

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  • A Festa de São Tiago, realizada anualmente em Mazagão Velho (AP), constitui uma das mais expressivas manifestações culturais da Amazônia, articulando teatralidade, religiosidade e memória coletiva. O objetivo geral desta pesquisa foi analisar criticamente as práticas teatrais da festividade no período de 2019 a 2024, relacionando-as a um percurso histórico que remonta à antiga Mazagão africana e aos processos de reelaboração cultural no Amapá, com ênfase nas ressignificações ocorridas durante a pandemia de COVID-19. Os objetivos específicos consistiram em investigar os antecedentes históricos e culturais que originaram a Festa, analisar os efeitos das encenações na constituição de identidades e na manutenção da memória coletiva, e examinar, a partir das narrativas de participantes, as percepções sobre teatralidade, fé e afetividade em diferentes contextos. De caráter qualitativo e interdisciplinar, o estudo adotou metodologia etnográfica, com observação participante, entrevistas semiestruturadas e análise documental. O aporte teórico fundamentou-se em Halbwachs (1990), Nora (1993) e Ricoeur (2004) para a discussão da memória coletiva; Bloch (2001) e Vansina (2010) para a análise historiográfica; Aristóteles ([séc. IV a.C.] 2008) para a noção de catarse; Malinowski (1978) e Geertz (2008) para a etnografia; e Stanislavski (1989) para a autenticidade performática. Os resultados indicaram que as encenações da batalha entre mouros e cristãos ultrapassaram o caráter de espetáculo, funcionando como dispositivos de resistência cultural, atualização simbólica e transmissão intergeracional de saberes. Evidenciou-se que, mesmo em momentos de crise, como no período pandêmico, a Festa manteve-se viva por meio de reinvenções comunitárias, reafirmando sua relevância como patrimônio cultural imaterial do Amapá e como campo fértil para a historiografia amazônica. Concluiu-se que a teatralidade da Festa de São Tiago constituiu não apenas uma prática estética, mas também um mecanismo de continuidade histórica, de construção identitária e de resiliência cultural, oferecendo subsídios valiosos para os estudos de memória, história e artes na Amazônia.


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  • d

2024
Dissertações
1
  • MARCIONE MORAES DOS SANTOS PANTOJA
  • "COMUCOMUNIDADE QUILOMBOLA DO CURIAÚ/AP: Rupturas e Continuidades de Tradições e Memórias (2000-2023).NIDADE QUILOMBOLA DO CURIAÚ NA CIDADE DE MACAPÁ: Formação, Trajetória e Memória (2000-2023)

  • Orientador : CÉSAR AUGUSTO BUBOLZ QUEIRÓS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CÉSAR AUGUSTO BUBOLZ QUEIRÓS
  • KEITH VALÉRIA DE OLIVEIRA BARBOSA
  • RAIMUNDO ERUNDINO SANTOS DINIZ
  • Data: 22/01/2024

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2
  • JOSÉ LUIS DOS SANTOS LEAL
  • CONTIDOS PELA ESPERANÇA: OS PROCESSOS HISTÓRICOS DE OCUPAÇÃO DOS TRABALHADORES DA FLORESTA A PARTIR DAS FILIAIS DURANTE A FASE EXTRATIVISTA “NO TEMPO DOS PORTUGUESES” (1948-1967)

  • Orientador : LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ADALBERTO JUNIOR FERREIRA PAZ
  • DAVI AVELINO LEAL
  • LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • Data: 14/05/2024

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3
  • CARLA PATRICIA DIAS ROCHA
  • SORELLE DELLA CARITÀ:ATUAÇÃO DA CONGREGAÇÃO RELIGIOSA FEMININA NOSSA SENHORA MENINA NO AMAPÁ E O COLÉGIO SANTA BARTOLOMEA CAPITANIO (1961 – 1980)

  • Orientador : FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CARLOS ANDRÉ SILVA DE MOURA
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 30/12/2024

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2023
Dissertações
1
  • PAULIANY BARREIROS CARDOSO
  • AVENTURAS EQUINOCIAIS:

    DISPUTAS ENTRE BRASIL E FRANÇA NA FRONTEIRA AMAZÔNICA DO
    SÉCULO XIX - AS LITERATURAS DE LOUIS BOUSSENARD E HENRI

    COUDREAU

  • Orientador : FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • IURI CAVLAK
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 27/02/2023

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  • Esta investigação tem como fito global, desvelar como se operou a formulação de
    uma imagem do universo amazônico de finais do século XIX, na ótica de viajantes e literatos
    franceses, inseridos no âmbito de disputas territoriais de seu país na fronteira setentrional
    brasileira, viabilizando processos de domínio cultural colonialista. Isto posto, este estudo,
    centrado na região limítrofe da Guiana Francesa com o Brasil, palco de interesses
    neocoloniais europeus, tem como escopo sondar de que formas a França promoveu seus
    discursos imperialistas, sob aspectos culturais e científicos, a fim de consolidar seus
    propósitos expansionistas. Pretende-se nesta dissertação, especificamente, fazer uma análise
    dentro da perspectiva da História Cultural, utilizando como fonte primordial os escritos
    literários de viajantes e escritores franceses do final do século XIX, no contexto do chamado
    Contestado franco-brasileiro, ocorrido na fronteira do território que hoje abrange o Estado do
    Amapá. Também é objetivo nesta pesquisa mostrar como os sentidos ideológicos e culturais
    etnocêntricos resistem, na atualidade, através de uma colonialidade perniciosa.


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  • e

2
  • LUCAS DE SOUZA MAXIMIM
  • Vou pra Praça da Bandeira, e depois pro Formigueiro: Memórias e Sociabilidades do Rock Independente em Macapá (2008-2015)

  • Orientador : IURI CAVLAK
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • GUTEMBERG DE VILHENA SILVA
  • IURI CAVLAK
  • Data: 06/03/2023

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3
  • SABRINA NATALI SILVA BENTES
  • “Nestes termos, espera justiça”: Colonialidades de Gênero na Comarca de São José de Macapá (1870- 1900)

  • Orientador : FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • VALDINEY VALENTE LOBATO DE CASTRO
  • Data: 06/03/2023

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4
  • SAMUEL CORREA DUARTE
  • MEMÓRIAS DO TERREIRO DE UMBANDA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO EM NAZÁRIA – PI: VINTES ANOS DE TRADIÇÃO E CULTURA,

  • Orientador : FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 25/04/2023

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5
  • SAMUEL CORREA DUARTE
  • MEMÓRIAS DO TERREIRO DE UMBANDA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO EM NAZÁRIA – PI: VINTES ANOS DE TRADIÇÃO E CULTURA,

  • Orientador : FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • WHERISTON SILVA NERIS
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 25/04/2023

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6
  • PRISCILA VIEGAS DOS SANTOS
  • Ramon Lull, pedagogo da Cristandade”: simbologia e representações na pedagogia llulliana em perspectiva

  • Orientador : RENAN MARQUES BIRRO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • RENAN MARQUES BIRRO
  • ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • MARCELO SANTIAGO BERRIEL
  • Data: 28/04/2023

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7
  • FRANCINEI ALMEIDA DA COSTA
  • PLEITEAR OS DIREITOS NO CAMPO NA JUSTIÇA: Trabalhadores e trabalhadoras na construção da rodovia Br-156 na Amazônia Setentrional Amapaense (1970-1990).

  • Orientador : EDILZA JOANA OLIVEIRA FONTES
  • MEMBROS DA BANCA :
  • EDILZA JOANA OLIVEIRA FONTES
  • ADALBERTO JUNIOR FERREIRA PAZ
  • FRANCIVALDO ALVES NUNES
  • Data: 02/05/2023

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8
  • NAILTON DOS SANTOS LOBATO
  • HISTÓRIA E NEGACIONISMO: UM ESTUDO A PARTIR DO CASO DAVID IRVING VERSUS PENGUIN BOOKS E DEBORAH LIPSTADT

  • Orientador : ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • IURI CAVLAK
  • TATIANA POGGI
  • Data: 03/05/2023

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9
  • NAILTON DOS SANTOS LOBATO
  • HISTÓRIA E NEGACIONISMO: UM ESTUDO A PARTIR DO CASO DAVID IRVING VERSUS PENGUIN BOOKS E DEBORAH LIPSTADT

  • Orientador : ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • IURI CAVLAK
  • TATIANA POGGI
  • Data: 03/05/2023

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10
  • ADOLFO RICARDO MONTEIRO DE MENEZES
  • A rota do Atlântico Norte ou Equatorial e sua importância para a manutenção do estado do Maranhão e Grão-Pará no setecentos

  • Orientador : ADALBERTO JUNIOR FERREIRA PAZ
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ADALBERTO JUNIOR FERREIRA PAZ
  • CARLOS AUGUSTO NASCIMENTO SARMENTO-PANTOJA
  • PAULO MARCELO CAMBRAIA DA COSTA
  • Data: 03/05/2023

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11
  • PAULO ANCHIETA BARBOSA DE OLIVEIRA
  • EXPOSIÇÕES DE AUSÊNCIAS: O MUSEU SACACA E AS RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA NO AMAPÁ (2011 -2019)

  • Orientador : ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • ALINE MONTENEGRO MAGALHÃES
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 29/05/2023

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  • É notório no meio social as pessoas passarem por situações vexatórias no que tange à sua opção religiosa. O Museu Sacaca é um ambiente que pode se tornar um grande colaborador na disseminação dos conhecimentos religiosos de religiões de matriz africana e, assim, ajudar no diálogo inter-religioso e no combate a intolerância religiosa no estado do Amapá. Por isso, o objetivo deste artigo é investigar a ausência de memórias, histórias e representações culturais e religiosas de matriz africana dentro do Museu Sacaca. Devido a este fato, esse espaço nos permite problematizar por que no Museu Sacaca não há nenhum tipo de ambiente ou ambientação que propague as expressões da cultura religiosa de matriz-africana? A discussão teórica baseou-se em autores que fazem interface e defendem uma abordagem sobre a história, memória, representação, museus, cultura, expressões das religiões de matriz-africana, intolerância religiosa, diálogo inter-religioso, a chegada do negro no Brasil, cultura negra, enfatizando uma perspectiva humanista, tempo passado, presente, futuro, a relação do sagrado e do misticismo ritualístico. A pesquisa também terá atividade de campo no Museu Sacaca, realização de entrevistas com atuais e antigos gestores do museu bem como com funcionários, pesquisadores e arquivos do Núcleo de Museologia que subsidiará a análise interpondo os teóricos. A pesquisa, justifica-se pela ausência das representações culturais religiosas de matriz africana no Museu Sacaca, porque entende-se que este possui portas abertas e pode se tornar um difusor do conhecimento cultural religioso afro-brasileiro, indagando-nos por que isso não está sendo realizado.


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12
  • LETÍCIA TALITA BRAZÃO PICANÇO
  • DA TELA ESCURA À LUZ: UMA REFLEXÃO HISTÓRICA DO CURTA-METRAGEM ESPÍRITA “AGORA JÁ FOI”, ENTRE 2015-2019.

  • Orientador : MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • RENAN SANTOS MATTOS
  • Data: 07/06/2023

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13
  • HUGO MATHEUS ROCHA AGUIAR
  • Nos meandros da família: casamentos, transgressões e sobrevivência cotidiana no Grão-Pará (1750-1798),

  • Orientador : SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • CARLOS DE ALMEIDA PRADO BACELLAR
  • JEFERSON DOS SANTOS MENDES
  • PAULO MARCELO CAMBRAIA DA COSTA
  • SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • Data: 20/06/2023

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14
  • AMANDA CRISTINA SOUZA DA SILVA
  • Mulheres de vida livre: prostituição e mundos do trabalho na Amazônia Setentrional (1964-1980)

  • Orientador : SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • MARIA LUIZA UGARTE PINHEIRO
  • SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • Data: 28/06/2023

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15
  • DANIEL RIBEIRO FERREIRA JUNIOR
  • RELIGIÃO E POLÍTICA: O APAGAMENTO DAS MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS INDÍGENAS DO AMAPÁ FRENTE À BNCC, 2018-2020

  • Orientador : MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • DAVID JUNIOR DE SOUZA SILVA
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 30/06/2023

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  • Após a homologação da Nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), estados e municípios tiveram que criar seus Referenciais Curriculares (RCs). No entanto, no estado do Amapá este referencial, possui um caráter excludente, uma vez que, no componente curricular da disciplina de Ensino Religioso houve um apagamento das tradições religiosas indígenas. Desta forma, este estudo busca compreender as causas que levaram à esse silenciamento, além de analisar como deveria ser o currículo do Ensino Religioso Amapaense. Vislumbra-se como de relevância que estas tradições religiosas possam ser apresentadas enquanto conteúdos nas aulas desta disciplina, uma vez que, as invisibilizá-las caracteriza uma forma de intolerância religiosa, ação combatida por esta disciplina. Partindo deste cenário, a metodologia adotada será a História Oral e incluirá a análise das seguintes fontes: estudo dos conteúdos tanto da BNCC quanto do RCA, bem como de entrevistas realizadas com lideranças indígenas do Amapá, representantes do Núcleo de Educação Indígena (NEI/SEEDAP), formador Pró-BNCC no estado do Amapá e presidente da Associação dos Professores de Ensino Religioso do Amapá (APERAP). Como resultados parciais, conjectura-se que, enquanto política pública nacional, a implementação da BNCC no estado do Amapá seguiu os ritos oriundos do Ministério da Educação, ao não ouvir os principais atores envolvidos no processo, os indígenas, ou seja, não houve interesse por parte da Secretaria Estadual de Educação do Estado que as diversas etnias distribuídas em seu território pudessem explanar quais manifestações religiosas inerentes de suas tradições poderiam ou não serem trabalhadas nas escolas não indígenas, na disciplina de Ensino Religioso.


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16
  • WALBER RODRIGUES DA SILVA
  • A HISTORICIZAÇÃO DA IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS NA
    POLÍTICA EM MACAPÁ-AP ENTRE OS ANOS 2000 E 2020: AS IMPLICAÇÕES
    DO PODER ENTRE A FÉ E O VOTO
  • Orientador : MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • ANDRIUS ESTEVAM NORONHA
  • Data: 01/07/2023

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17
  • NAILTON DOS SANTOS LOBATO
  • HISTÓRIA E NEGACIONISMO: UM ESTUDO A PARTIR DO CASO DAVID IRVING VERSUS PENGUIN BOOKS E DEBORAH LIPSTADT

  • Orientador : ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • IURI CAVLAK
  • TATIANA POGGI
  • Data: 21/10/2023

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18
  • ANTONIO RIBAMAR DINIZ BARBOSA
  • O ADVENTISMO E OS PALIKUR: REPRESENTAÇÕES, MEMÓRIAS E MUDANÇAS NAS RELAÇÕES SOCIAIS DOS MISSIONÁRIOS ADVENTISTAS COM OS PALIKUR DA ALDEIA TAWARY (1998-2022)

  • Orientador : ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • CLÁUDIA CRISTINA DO LAGO BORGES
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 21/11/2023

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  • TULIO FERNANDO DA SILVA DE SOUSA
  • A Folha de São Paulo e a questão da imigração no governo de Donald Trump (2017 – 2020)

  • Orientador : ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ALEXANDRE GUILHERME DA CRUZ ALVES JUNIOR
  • GABRIEL DA FONSECA ONOFRE
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 21/12/2023

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2022
Dissertações
1
  • MARLOS VINICIUS GAMA DE MATOS
  • MODERNIZAÇÃO E CONDIÇÕES DE LABUTA NA AMAZÔNIA SETENTRIONAL: FORÇA DE TRABALHO, ACIDENTES E DOENÇAS TROPICAIS NA GÊNESE DE UM PROJETO DE EXTRAÇÃO MINERAL NO AMAPÁ (1948-1956)

  • Orientador : LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ADALBERTO JUNIOR FERREIRA PAZ
  • LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • Data: 11/02/2022

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2
  • KASSIO LEAL VILHENA
  •  IGREJA E PODER: FÉ E CIDADANIA NO ÂMBITO DA IGREJA CATÓLICA NO AMAPÁ

  • Orientador : MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • EDUARDO GUSMÃO DE QUADROS –
  • SÉRGIO RICARDO COUTINHO DOS SANTOS
  • Data: 31/03/2022

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3
  • KASSIO LEAL VILHENA
  •  IGREJA E PODER: FÉ E CIDADANIA NO ÂMBITO DA IGREJA CATÓLICA NO AMAPÁ

  • Orientador : MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • EDUARDO GUSMÃO DE QUADROS –
  • LARA VANESSA DE CASTRO FERREIRA
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • SÉRGIO RICARDO COUTINHO DOS SANTOS
  • Data: 31/03/2022

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4
  • ALESSANDRO RICARDO PINHEIRO BRANDÃO
  • TAMBOR DE MINA E MÃE DULCE: MEMÓRIA (S) DA PRIMEIRA MÃE
    DE SANTO DO AMAPÁ (1963-2007),
  • Orientador : FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • YURGEL PANTOJA CALDAS
  • Data: 31/03/2022

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5
  • HIGOR RAILAN DE JESUS PEREIRA
  • O chão do conflito: Estado ditatorial, grandes projetos e campesinato na Amazônia amapaense (1978-1985)

  • Orientador : SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • MEMBROS DA BANCA :
  • SIDNEY DA SILVA LOBATO
  • CÉSAR AUGUSTO BUBOLZ QUEIRÓS
  • REGINA BEATRIZ GUIMARÃES NETO
  • Data: 31/03/2022

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6
  • LEANDRO DE FREITAS PANTOJA
  • A miséria da alforria e as migalhas da liberdade: emancipação escrava em Macapá na década da abolição – 1883-1886

  • Orientador : ADALBERTO JUNIOR FERREIRA PAZ
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ADALBERTO JUNIOR FERREIRA PAZ
  • PAULO MARCELO CAMBRAIA DA COSTA
  • DANIEL SOUZA BARROSO
  • Data: 13/04/2022

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7
  • ENEIDA DAMASCENO BORGES DE SÁ
  • KOL ISRAEL A VOZ DA AMAZÔNIA: ELITE JUDAICA NA AMAZÔNIA

  • Orientador : ANDRIUS ESTEVAM NORONHA
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ANDRIUS ESTEVAM NORONHA
  • CARLOS EDUARDO BARTEL
  • MARCOS VINICIUS DE FREITAS REIS
  • Data: 31/05/2022

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    Diversas comunidades judaicas da Europa e do norte da África imigraram para a Amazônia, fugindo de perseguições antissemitas ou mesmo para fazer fortuna no novo mundo. Esses judeus se sobressaíram no ramo empresarial, comércio informal, gerencia de transportes fluviais e de aviação, vendas de porta em porta e se destacaram em número menor na elite política amazônica. Além de estarem em terras estranhas na condição de estrangeiros algumas comunidades judaicas residentes no país inseriram-se no movimento internacional sionista que tinha como finalidade a criação do Estado Nacional judaico na região Palestina. Em meio a isso, esta pesquisa tem por objetivo realizar um levantamento à cerca da presença destas comunidades judaicas e sua atuação no movimento Sionista. Para isso vamos analisar o jornal Kol Israel, primeiro jornal judaico a circular na Amazônia, no estado do Pará e em regiões interioranas no inicio do século XX. Através de fontes de jornais, imagens e documentos, capturamos testemunhos fragmentados que constituem a história de uma nação, destacamos esse grupo visto sua trajetória de perseguidos à bem sucedidos em terras brasileiras. A abordagem se inicia em 1918, ano de fundação do jornal Kol Israel, e finaliza em 1923 ano das últimas publicações deste periódico judaico. Ao chegarem por aqui se destacaram como exímios negociadores. Os resultados mostraram que a maioria das comunidades judaicas que se instalaram na região amazônica, são descendentes dos imigrantes que vieram, principalmente, do Marrocos no decorrer do século XIX. Por aqui dominaram o setor econômico se integraram a grupos de elite, participando ativamente de partidos políticos e lojas maçônicas.

     

     


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8
  • BRENNA KÁSIA DE ALMEIDA FURTADO
  • O contestado franco-brasileiro na obra do barão do rio branco: uma análise das memórias de rio-branco sobre as fronteiras do amapá século XIX 

  • Orientador : FERNANDA CRISTINA DA ENCARNACAO DOS SANTOS
  • MEMBROS DA BANCA :
  • ADALBERTO JUNIOR FERREIRA PAZ
  • CECILIA MARIA CHAVES BRITO BASTOS
  • IURI CAVLAK
  • Data: 13/07/2022

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