O projeto busca fortalecer o ensino de Botânica por meio da integração entre universidade, escolas e comunidades, valorizando a biodiversidade amazônica e os conhecimentos tradicionais. A proposta será desenvolvida especialmente em escolas públicas do Amapá, incluindo escolas quilombolas, com ações adaptadas às realidades culturais e ambientais de cada comunidade. As atividades poderão envolver professores, estudantes, acadêmicos de Ciências Biológicas e membros das comunidades. O projeto prevê cursos, oficinas, aulas práticas, jogos educativos, hortas escolares, trilhas interpretativas, exposições científicas e produção de materiais didáticos. Nas escolas quilombolas, a proposta pode dar destaque aos saberes tradicionais relacionados às plantas, aos usos da flora, à relação da comunidade com o território e à conservação ambiental, promovendo um diálogo entre o conhecimento científico e os conhecimentos construídos pela própria comunidade. Isso está alinhado ao objetivo do projeto de valorizar os saberes tradicionais e os conhecimentos locais relacionados às plantas amazônicas. O projeto também pretende contribuir para a formação de professores e acadêmicos, estimular o interesse dos estudantes pela Botânica, desenvolver a alfabetização científica e fortalecer a educação ambiental. Entre os resultados esperados estão a produção de jogos, kits pedagógicos, guias, exposições, materiais digitais e científicos, além da construção de uma rede colaborativa entre universidade, escolas e comunidades. Sendo assim a proposta utiliza a Botânica e a biodiversidade amazônica como ferramentas para aproximar ciência, escola e comunidade, reconhecendo e valorizando os conhecimentos e a cultura das comunidades quilombolas e promovendo uma educação científica contextualizada à realidade do Amapá.
Escolas Urbanas e Rurais
Alunos de Escolas Urbanas e Rurais
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