FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ Macapá, 26 de Maio de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MODULO
Unidade Responsável: COORDENAÇÃO DO CURSO DE MESTRADO EM BIODIVERSIDADE TROPICAL - CCMBIOTROP (11.02.28.06.03)
Curso: BIODIVERSIDADE TROPICAL/CCMBIOTROP - Macapá - UNIFAP
Código: BIOT0057
Nome: BIODIVERSIDADE AMAZÔNICA: CARACTERIZAÇÃO, GESTÃO E USO
Carga Horária Teórica: 90 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 90 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Não
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Quantidade de Avaliações: 2
Ementa/Descrição: A flora, a fauna e a microbiota amazônica; Valoração da biodiversidade; A questão ambiental e a construção do desenvolvimento sustentável; Desenvolvimento Regional na Amazônia e no Amapá; Ciclos econômicos amapaenses; Origem e configurações da Região Metropolitana Amapaense; Processos de ocupação e políticas de desenvolvimento na região amazônica; Dinâmica da agricultura na Amazônia e Amapá; Modernidade, crise ambiental e o antropoceno; Ecologia e economia: a natureza e sua valoração.
Referências: VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Garamond, Rio de Janeiro, 2011. TOSTES, J.A. Planejamento urbano regional no estado do Amapá. Editora da UNIFAP. Macapá, 2018. CHELALA, C. A magnitude do Estado na sócio-economia amapaense. Macapá: MDR/UNIFAP, 2008. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Regional) – Universidade Federal do Amapá, 2008. LOUREIRO, V. R. A Amazônia no século XXI: Novas formas de desenvolvimento. São Paulo: Empório do Livro, 2009. PORTO, J. L. R. Amapá: Principais transformações econômicas e institucionais – 1943 a 2000. SILVA, Christian Nunes; LIMA, Ricardo Ângelo Pereira; SILVA, João Marcio. Palheta. (Orgs.). Territórios, Ordenamentos e Representações na Amazônia. 1a., ed. Belém: GAPTA/UFPA, 2017. v. 1. 442p. FILOCREÃO, A. S. M. Agroextrativismo e capitalismo na Amazônia. 2007. Doutorado. Universidade Federal do Pará. Belém. FEARNSIDE, P.M. 2015. A Hidrelétrica de Belo Monte como Fonte de Gases de Efeito Estufa: Desafios para Midiatização da Ciência na Amazônia. In: __________. Hidrelétricas na Amazônia: impactos ambientais e sociais na tomada de decisões sobre grandes obras Manaus: Editora do INPA. V. 1. p. 287-294. FEARNSIDE, P.M. 2015. Impactos Ambientais e Sociais de Barragens Hidrelétricas na Amazônia Brasileira: As Implicações para a Indústria de Alumínio. In: __________. Hidrelétricas na Amazônia: impactos ambientais e sociais na tomada de decisões sobre grandes obras Manaus: Editora do INPA. V. 2. p. 261-288. FIGUEIREDO, R.A.A. & BARROS, F.B. 2016. Caçar, preparar e comer o %u2018bicho do mato%u2019: práticas alimentares entre os quilombolas na Reserva Extrativista Ipaú-Anilzinho (Pará State). Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Ciências Humanas. Belém, 11(3), 691-713. Forzza, R.C. et al. 2012. Brazilian floristic list highlights conservation challenges. BioScience, 62(1): 39-45. Gardner, T.A. et al. 2009. Prospects for tropical forest biodiversity in a human-modified world. Ecology Letters, 12: 561%u2013582.

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